segunda-feira, 21 de julho de 2014

RELAÇÕES ENTRE AS IDEIAS DO AUTOR ITALO CALVINO, NO TEXTO “O MODELO DOS MODELOS” E O AEE (ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO)

O texto nos proporciona uma reflexão sobre os métodos de ensino, sobre  os quais desde já registramos que não existe  um único, tampouco, modelo perfeito. Trabalhar com educação, ou seja, com sujeitos, que prescindem ou não de um acompanhamento especial, não é seguro, eficaz muito menos aconselhável o trabalho com um método específico. Alunos não são “massas de bolo”  que os colocamos numa forma e levamos ao forno, a fim de obtermos aquele bolo maravilho, perfeito, NÃO! Cada aluno é único, “o que  serve para Francisco pode não servir para Chico”. Assim, podemos, inicialmente, escolher diferentes métodos para  trabalhar com os diferentes sujeitos, desde que não seja um modelo acabado, e possa ser modificado de acordo com a real necessidade de cada sujeito.

Fazendo uma relação do Atendimento Educacional Especializado com as ideias do autor - Ítalo Calvino-, constatamos a imprescindibilidade de não aplicarmos modelos únicos, tampouco  prontos, acabados, inflexíveis,  que desconsiderem as reais necessidades dos sujeitos, o seu jeito se ser, fazer, pensar e portar-se diante das situações confrontadas no seu dia-a-dia.



RELAÇÕES ENTRE AS IDEIAS DO AUTOR ITALO CALVINO, NO TEXTO “O MODELO DOS MODELOS” E O AEE (ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO)

O texto nos proporciona uma reflexão sobre os métodos de ensino, sobre  os quais desde já registramos que não existe  um único, tampouco, modelo perfeito. Trabalhar com educação, ou seja, com sujeitos, que prescindem ou não de um acompanhamento especial, não é seguro, eficaz muito menos aconselhável o trabalho com um método específico. Alunos não são “massas de bolo”  que os colocamos numa forma e levamos ao forno, a fim de obtermos aquele bolo maravilho, perfeito, NÃO! Cada aluno é único, “o que  serve para Francisco pode não servir para Chico”. Assim, podemos, inicialmente, escolher diferentes métodos para  trabalhar com os diferentes sujeitos, desde que não seja um modelo acabado, e possa ser modificado de acordo com a real necessidade de cada sujeito.

Fazendo uma relação do Atendimento Educacional Especializado com as ideias do autor - Ítalo Calvino-, constatamos a imprescindibilidade de não aplicarmos modelos únicos, tampouco  prontos, acabados, inflexíveis,  que desconsiderem as reais necessidades dos sujeitos, o seu jeito se ser, fazer, pensar e portar-se diante das situações confrontadas no seu dia-a-dia.



domingo, 8 de junho de 2014

Recursos e Estratégias em Baixa Tecnologia para Alunos com Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD)

Atividade: Como Estou hoje?
O aluno com TGD pode através das figuras demonstrar os seus sentimentos:  Irritado, Alegre, Triste, Surpreso, cansado, dentre outros.






Atividade: Rotina Diária.
Estabelecer uma rotina para o aluno com TGD é muito importante para a sua organização, veja que esta rotina está fortalecida pelas figuras, diante da dificuldade do aluno em  abstrair.




Referências:

 Bez. Maria Rosangela. Linguagem e Comunicação. In: Curso de Atendimento Educacional Especializado. Disciplina: AEE E TGD. 2014.

BEZ, M. R. ; PASSERINO, L. M. Viajando pelos caminhos da comunicação: Tecnologia móvel SCALA com crianças com autismo incluídas na educação infantil. In: Liliana Maria Passerino; Maria Rosangela Bez; Ana Cristina Cypriano Pereira; Adriana Peres. (Org.). Comunicar para Incluir. 1ed.Porto Alegre: CRBF, 2013, v. 1, PP. 173-193.



domingo, 20 de abril de 2014

INFORMATIVO DIFERENCIANDO SURDOCEGUEIRA DE DMU

A surdocegueira é uma deficiência única em que o individuo apresenta concomitante e em graus diferentes a perda da visão e da audição. A surdocegueira pode ser congênita ou adquirida. Ela está dividida em cinco categorias, segundo a Prof.ª Dra. Shirley Rodrigues Maia São Paulo (2011): Surdocego total; Surdocego com surdez profunda associada com resíduo visual; Surdocego com surdez moderada associada com resíduo visual; Surdocego com surdez moderada ou leve com cegueira; Surdocego com perdas leves, tanto auditivas quanto visuais. Já a Deficiência Múltipla “é considerada como uma associação de duas deficiências ou mais” (Prof.ª Dra. Shirley Rodrigues Maia São Paulo (2011). Traz ainda a referida autora que ela   ocorre de forma associada, podendo ser: Física e Psíquica;Sensorial e Psíquica;Sensorial e Física e Física, Psíquica e Sensorial.

A Surdocegueira se diferencia da DMU na mediação da comunicação. Para poder receber, interpretar e conhecer o que está no seu entorno o surdocego precisa fazer uso dos canais sensoriais (tato, olfato, paladar, cinestésico, proprioceptivo e vestibular) de forma bem mais próxima,  enquanto que a pessoa com DMU terá apoio  dos canais mais distantes(visão e ou audição) como ponto de referência para a aquisição do conhecimento.

Em especial as necessidades básicas desses alunos estão centradas na aquisição de um sistema de comunicação onde eles possam constituir-se como sujeito, interagindo com o mundo que o rodeia; a autonomia em deslocamentos e movimentos; o aperfeiçoamento das coordenações: viso-motora, motora global e fina; etc.

Em relação as estratégias  utilizadas para aquisição de comunicação, inicialmente faz-se necessário conhecer as necessidades, limitações, interesses e desejos do aluno, a forma como ele se comunica, após podemos aplicar a  comunicação Receptiva e/ou Expressiva, para favorecer a eficiência da transmissão e interpretação. Sendo que no caso do surdocego, o sentido do tato é a via mais promissora no desenvolvimento da linguagem, da comunicação receptiva e expressiva. Do mais, Pode-se utilizar vários recursos na  comunicação tanto para a surdocegueira como para a DMU, entre os quais: gestos, símbolos tangíveis; leitura tátil da vibrações produzidas durante a emissão verbal (Tadoma); sistema Braillee; alfabeto dactilológico; objetos de referências para atividades e situações da vida diária e aprendizagem; calendários de antecipação / comunicação / tempo / apoio emocional; escrita ampliada; recursos da comunicação alternativa e aumentativa; sistemas pictográfico de comunicação.


Aspectos Importantes para saber sobre Surdocegueira e Deficiência Múltipla Prof.ª Dra. Shirley Rodrigues Maia- São Paulo (2011)


domingo, 9 de março de 2014

Educação Escolar de Pessoa com Surdez - Atendimento Educacional Especializado em Construção. Autores: Mirlene Ferreira Macedo Damázio e Josimário de Paulo Ferreira.

Texto: Educação Escolar de Pessoa com Surdez - Atendimento Educacional Especializado em Construção. Autores: Mirlene Ferreira Macedo Damázio e Josimário de Paulo Ferreira.

O texto relata que historicamente  a  educação de pessoas com surdez sempre foi fruto de reflexões e de muitos embates políticos e epistemológicos entre gestualistas e oralista, que por ora responsabilizam o  fracasso escolar embasados nestas duas concepções, tendo como conseqüência o não desenvolvimento integral destes sujeitos.

A fim de que se atinja o pleno  desenvolvimento da pessoa com surdez faz-se  necessário concebê-lo como um ser biopsicossocial, cognitivo, cultural como pessoa capaz de aquisição e produção de conhecimento e não como dicotomizações entre gestualistas e oralistas, que terminam por canalizar o problema do não desenvolvimento individual e coletivo da pessoa com surdez para a questão da língua, e não para a prática pedagógica.

Portanto, o entrave  da educação das pessoas com surdez não pode continuar centrado na questão da língua como defendem os gestualistas e oralistas, pois o sucesso escolar ou fracasso está enraizada nas práticas pedagógicas desenvolvidas nas instituições de ensino.

Defende os autores uma nova tendência: o bilingüismo.

O bilingüismo  tem como fundamento legal o Decreto 5.626/2005, em que determina a Língua Brasileira de Sinais e a Língua Portuguesa preferencialmente na modalidade escrita, sejam trabalhadas de forma simultânea por contribuem para a formação educacional  da pessoa surda, garantindo para  as pessoas com surdez uma educação em duas modalidades: em LIBRAS, como primeira língua e em Língua Portuguesa na modalidade escrita, como segunda língua.

Para que a aprendizagem aconteça, segundo Damázio o AEE deve estruturar-se em 3 momentos didático-pedagógicos distintos: 

                  1. Atendimento Educacional Especializado EM LIBRAS; tem como objetivo ministrar os conteúdos curriculares antecipadamente ao trabalhado da sala de aula comum, garantindo uma melhor compreensão dos conteúdos que serão trabalhados nas duas línguas (sinais e língua portuguesa.     

                  2. Atendimento Educacional Especializado para o ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA; tem como objetivo desenvolver a competência gramatical e linguística, bem como a textual, para que o aluno possa gerar sequências linguísticas bemformuladas.

                  3. Atendimento Educacional Especializado para o ensino DE LIBRAS; tem como meta assegurar ao aluno o acesso a uma língua, uma vez que muitos alunos não tem domínio nem da língua dos sinais, tampouco da língua portuguesa. 

Enfim, as pessoas com surdez devem estudar numa escola comum com direito do pleno desenvolvimento e aprendizagem por meio de Libras e da Língua Portuguesa, através de uma  práticas pedagógicas através do suporte  pedagógico do Atendimento Educacional Especializado EM LIBRAS , Atendimento Educacional Especializado para o ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA  e do Atendimento Educacional Especializado para o ensino DE LIBRAS.

DAMÁZIO, M. F. M.; FERREIRA, J. Educação Escolar de Pessoas com Surdez-Atendimento Educacional Especializado em Construção. Revista Inclusão. Brasília: MEC, V.5, 2010. p.46-57.



domingo, 8 de dezembro de 2013

PEÇA DE TEATRO OFERECE AUDIODESCRIÇÃO PARA CEGOS



Radioagência Nacional - Beatriz Pasqualino22/03/2013




Quem tem problemas de visão pode ter muita dificuldade para acompanhar uma peça de teatro. Mas em São Paulo a peça "O Fantasma do Som" dá a opção a quem tem deficiência visual de contar com o recurso da audiodescrição. (Reportagem: Fernanda Balsalobre / TV Brasil)


O uso pedagógico poderá ser realizado  a partir da realização de uma peça  teatral pelos alunos que não apresentam problemas de visão, sendo realizada a audiodescrição da mesma  para os alunos cegos. A audiodescrição  possibilita ao cego ter contato com o mundo da arte através das palavras pronunciadas pelo auto descritor, desenvolvendo a sua imaginação.



domingo, 20 de outubro de 2013

JOGOS E/OU ATIVIDADES QUE PODERÃO FAVORECER O DESENVOLVIMENTO E A APRENDIZAGEM DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL


 BOLICHE DE LATAS


Estimula: Motricidade, coordenação motora ampla, coordenação viso-motora, arremesso ao alvo, controle de força e direção.
Descrição: Bolas de meia feitas com algumas meias juntas, que são enfiadas no fundo de uma meia comprida. Para arrematar, torcer e desvirar o cano da perna da meia várias vezes, recobrindo a bola para, posteriormente, costurá-la. Latas vazias, do mesmo tamanho, com números colados.
 O professor do AEE deve empilhar as latas fazendo um castelo.Após deve mandar o aluno jogar como boliche: cada jogador arremessa três bolas, tentando derrubar todas as latas. Os pontos devem ser contados  de acordo com os números escritos nas latas derrubadas. Vence o jogo quem tiver feito mais pontos.