O texto nos proporciona uma
reflexão sobre os métodos de ensino, sobre os quais desde já registramos que não existe um único, tampouco, modelo perfeito. Trabalhar
com educação, ou seja, com sujeitos, que prescindem ou não de um acompanhamento
especial, não é seguro, eficaz muito menos aconselhável o trabalho com um método
específico. Alunos não são “massas de bolo”
que os colocamos numa forma e levamos ao forno, a fim de obtermos aquele
bolo maravilho, perfeito, NÃO! Cada aluno é único, “o que serve para Francisco pode não servir para
Chico”. Assim, podemos, inicialmente, escolher diferentes métodos para trabalhar com os diferentes sujeitos, desde
que não seja um modelo acabado, e possa ser modificado de acordo com a real
necessidade de cada sujeito.
Fazendo
uma relação do Atendimento Educacional Especializado com as ideias do
autor - Ítalo Calvino-, constatamos a imprescindibilidade de não aplicarmos
modelos únicos, tampouco prontos,
acabados, inflexíveis, que desconsiderem
as reais necessidades dos sujeitos, o seu jeito se ser, fazer, pensar e
portar-se diante das situações confrontadas no seu dia-a-dia.